



O Dodô era uma ave a qual as asas haviam se atrofiado e sendo assim não podiam mais voar, que viveu há 200 anos no atual Holoceno atrás em pequenas ilhas do Oceano Indico, nas ilhas Maurício, Reunião e Rodrigues sendo que existiam cerca de 9 espécies diferentes, 3 espécies diferentes em cada ilha. As primeiras descrições dessas aves mostram-na como uma ave desajeitada e feia, que "mal podia arrastar-se pesada e desajeitadamente" e que "esta massa bizarra se sustenta mal sobre dois pés". A figura mais antiga de Dodô de que se conhece é de 1601, feita por De Bry, e representa um animal que fora levado vivo para a Holanda por Van Neck, explorador holandês que andou em regiões próximas as Ilhas Maurício no final do século XVI. Roelandt Savery pintou o Dodô várias vezes: Berlim, 1626; Viena, 1628; Haia; Estugarda e Londres (Zoological Society e British Museum), Oxford e Harlem. Na biblioteca do último imperador da Áustria, existe um desenho atribuído a Hoefnagel que se pensa datar de 1620, feito a partir de animais do aviário do imperador.
Nome: Dodô
Nome Científico: Raphus cucullatus
Época: Holoceno
Local onde viveu: Ilhas do Oceano Indico
Peso: Cerca de 23 quilos
Tamanho: 50 centímetros de altura
Alimentação: Herbívora

O Lêmure Gigante era um enorme primata que viveu há 2000 anos atrás durante o Holoceno em Madagascar na África, seus dedos eram longos, o que o tornava um bom escalador de árvores, porém eram ruins para caminhar no solo tornando-o desajeitado no mesmo. O Lêmure Gigante era do tamanho de um gorila, sendo mais similar aos atuais Orogotangos comendo folhas no alto das árvores, seus olhos era na lateral da cabeça, seu focinho era longo, seus caninos eram grandes e sua extinção coincide com a chegada do Homem em sua ilha (Madagascar), não se tem provas que possam concluir que o homem extinguiu essa espécie diretamente, porém além de caçá-los os homens alteraram seu habitat, tornando difícil a sobrevivência dessa enorme espécie, que se viu obrigada a se adaptar e migrar para outros lugares, porém esse contato foi suficiente para a extinção dessa espécie.
Dados do Mamífero:
Nome: Lêmure Gigante
Nome Científico: Megaladapis edwardsi
Época: Holoceno
Local onde viveu: Madagascar
Peso: Cerca de 230 quilos
Tamanho: 2 metros de altura
Alimentação: Herbívora

O Moa Gigante era uma ave gigantesca, uma das maiores que já existiram, que viveu há 700 anos atrás durante o Holoceno na Nova Zelândia, sua extinção coincide com a chegada do homem na Nova Zelândia, que juntamente com provas fósseis que consistem em ossos quebrados por ferramentas humanas, carbonizados, em forma de colares e anzóis e com marcas de dentes humanos, demonstram serem os mesmos os responsáveis pela extinção dessa magnífica ave, que ocorreu em menos de 100 anos, nos quais foram mortos mais de 170 mil espécimes. O Moa gigante não possuía mais ossos das asas e as vezes nem as junções das asas com o corpo. Os Moas se alimentava de folhas, viviam em pares ou em pequenos grupos familiares e não tinham predadores naturais, isto é, até a chegada do Homem. Existiam 11 espécies diferentes de Moas, está era a maior delas o Dinornis maximus, que podia chegar a quase 4 metros de altura e pesar 400 quilos.
Dados da Ave:Nome: Moa Gigante
Nome Científico: Dinornis maximus
Época: Holoceno
Local onde viveu: Nova Zelândia
Peso: Cerca de 400 quilos
Tamanho: 3,7 metros de altura
Alimentação: Herbívora

O Quagga é uma espécie de zebra ( cavalo ) que foi extinta há 120 anos atrás durante o atual Holoceno nos prados da África do Sul, seus hábitos eram idênticos aos das zebras atuais, porém como habitava uma pequena região específica e foi caçado tanto pela sua carne como pela sua pele, a ponto não sobrar mais nenhum na natureza, fato este que ocorreu em 1872, sobrevivendo apenas alguns animais em zoológicos espalhados pelo mundo. O último representante dessa espécie morreu no Zoológico de Amsterdã em 1883, aumentando assim a lista de espécies extintas pela "Invasão Humana". A terceira imagem é uma foto de um exemplar de Quagga tirada em um zoológico europeu em 1870 por Frederick York.
Dados do Mamífero:
Nome: Quagga
Nome Científico: Equus quagga
Época: Holoceno
Local onde viveu: África
Peso: Cerca de 350 quilos
Tamanho: 1,6 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Tartaruga gigante de rodrigues




Essa espécie de Tartaruga Gigante habitou a Ilha Rodrigues pertencente ao grupo de Ilhas Mascarenhas, no qual fazem parte também as ilhas Mauricius e Reunião. A Ilha Rodrigues está localizada a 1500 km a leste da costa de Madagascar, no Oceano Indico, a 560 km a leste da ilha de Mauricius. Com uma área de 109 km2, esta ilha foi descoberta em 1528 por um explorador português chamado Diogo Rodrigues, foi colonizado por franceses em 1691 e abandonada em 1693, em 1735 foi estabelecido um porto marítimo francês, foi conquistado pela Inglaterra em 1809 e só conseguiu sua independência em 1967.A Tartaruga Gigante de Rodrigues foi considerada extinta em 1802, sua captura por parte de marinheiros que passavam pela ilha foi grande demais para manter uma população viável. Através de restos de animais encontrados em cavernas foram feita as reconstruções da espécie. Essa espécie podia atingir cerca de 94 centímetros de comprimento e 81 centímetros de largura de carapaça, alcançava 1,20 metros de altura e aproximadamente 120 quilos.
A característica principal desta espécie é o seu longo pescoço, que termina em uma cabeça pequena e com um poderoso bico córneo, com uma carapaça de formato cilíndrico e com a borda superior frontal elevada, como uma sela, que facilitava a elevação do pescoço a 90º, apoiados em pernas extremamente fortes.

Devido a sua longevidade ainda procura-se animais desta espécie em zoológicos particulares, que possam ter sido confundido com outras espécies de tartarugas gigantes, pois acredita-se que esses animais podem viver até 200 anos. E mesmo não achando nenhum espécime vivo e confirmando sua extinção, através de algumas partes já encontradas, criou-se a hipótese de num futuro próximo efetuarmos a clonagem desse animal, trazendo-o "de volta a vida".
Dados do Quelônio:
Nome: Tartaruga Gigante de Rodrigues
Nome Científico: Cylindraspis vosmaeri, Geochelone vosmaeri
Época: Holoceno
Local onde viveu: Oceano Indico
Peso: Cerca de 120 quilos
Tamanho: 0,94 metros de comprimento
Alimentação: Herbívora
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Testudines
Família: Testudinidae
Gênero: Cylindrapis
Tigre da Tasmânia

O Tigre da Tasmânia ou Lobo da Tasmânia ou Tilacino era um marsupial carnívoro que foi extinto há 67 anos atrás, viveu na Tasmânia, próximo a Austrália, no atual Holoceno, era do tamanho de um "grande cachorro" com uma "cabeça de raposa" e a partir do meio do corpo até a cauda apresentava listras iguais às dos tigres, sendo os machos pouco maiores que as fêmeas, estas as quais possuíam uma bolsa, que é característica dos marsupiais. O Tigre da Tasmânia era um caçador solitário, caçando às vezes em pares, seu método era escolher um animal, como um pequeno canguru e então segui-lo até cansá-lo, pulando então sobre ele e matando-o com suas fortes maxilas, as quais podiam atingir uma abertura angular de maxilares de 120 graus.
O Tigre da Tasmânia ganhou fama de assassino de gado e ovelhas, fato este que nunca foi comprovado, mas por causa desta fama tanto os criadores de ovelhas como o próprio governo ofereciam uma boa recompensa em dinheiro pela sua captura e então ele foi caçado impiedosamente de 1840-1909, espécimes vivos apanhados em armadilhas eram logo comprados por zoológicos no exterior, animais mortos eram "trocados" por recompensas financiadas pelo governo e somando com o fato de a população de Tigres da Tasmânia ter sido reduzida por uma séria doença desconhecida que devastou grande parte da vida selvagem da Tasmânia há muitos anos, sem dúvida o homem foi o maior responsável por sua dizimação. O Tigre da Tasmânia foi considerado oficialmente extinto quando o último espécime morreu em 7 de setembro de 1936, no zoológico de Hobart, Tasmânia, demonstrando a que ponto a irracionalidade humana pode chegar.
Dados do Mamífero:
Nome: Tigre da Tasmânia
Nome Científico: Thylacinus cynocephalus
Época: Holoceno
Local onde viveu: Tasmânia
Peso: Cerca de 40 quilos
Tamanho: 1,9 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Desmatamento:
A Amazônia é uma das maiores florestas do planeta, senão a maior com um total de 7 milhões de Km². Com uma área extensiva que abrange não somente o Brasil com vários outros países da América Latina, incluindo Peru, Bolívia, Equador, Venezuela, Colômbia… A área brasileira é a maior de todas com um total de 5.033.072 Km2, e por isso é a mais importante do mundo, além de conservar árvores de natureza rara, plantas medicinais e Km² de florestas com madeiras exóticas, comuns e nobres, a Amazônia conserva também a maior bacia hidrográfica do planeta e uma flora muito rica que abriga cerca de 50% de toda biodiversidade do mundo.
Por estes e outros motivos é que a nossa floresta desperta tantos interesses no mundo e até no próprios brasileiros, que em busca de dinheiro cortam árvores sem prudência alguma, sem se importar com a vida existente naquela grande área, procurando sempre pelas madeiras mais nobres e raras, matando as plantas tão importantes para nós seres humanos e acabando com a vida animal, extirpando cadeias alimentares e extinguindo as futuras gerações de raças, além de desmatar a mata ciliar que assegura a vida dos rios protegidos pela floresta, sem as árvores os rios sofrem soterramento e correm o grande risco de secar, entre ele o Amazonas, o Solimões e o Rio Negro.
Os números assumem um papel horrível correndo de contra a mão da preservação, por mais que a cada ano que passa o número de árvores covardemente cortadas e derrubadas caia, os milhares de Km² de área desmatada anualmente é inconcebível. É tão importante que preservemos o verde de nossa bandeira não somente por conta da purificação do nosso ar, porque a Amazônia não é o PULMÃO DO MUNDO, a floresta é importante sim, mas para a conservação do clima do nosso país e também do planeta, as árvores são responsáveis pela estabilidade da umidade em todos os habitats naturais, como podemos perceber em locais onde não há árvores não há vida, em locais desérticos como o nordeste e o deserto do Saara as possibilidades de chuvas são mínimas, no caso, a Amazônia é responsável por toda a vida, umidade e chuva necessária no Brasil, nas Américas e até no mundo.
O desmatamento da Amazônia no Brasil precisa urgentemente ser impedido e a derrubada de árvores ser transformada em desenvolvimento sustentável para que até as perdas sejam transformadas em ganhos para o Brasil, para a sociedade, para o planeta e acima de tudo para o ser humano.
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